Como antecipado pelo JI Fernandópolis chega aos 499 casos de COVID-19

COVID-19 Da Redação em 30 de junho, 2020 19h06m
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Em uma matéria divulgada pelo Jornal do Interior em 13 de junho, onde trouxemos uma matéria de Capa falando da possibilidade de Fernandópolis chegar aos 500 casos de COVID-19, até o final do mês, a estatística se confirmou, e hoje somamos 499 casos da doença que já matou cinco fernandopolenses.

A estimativa foi feita pelo Secretário Munical de Saúde, Ivan Veronezzi, que naquela ocasião alertou sobre a realização das chamadas 'festinhas', e alertou sobre o colapso na saúde do município. "Precisamos nos policiar, pois essa doença não é brincadeira, e o único 'remédio', é o isolamento social, para tentarmos de alguma forma frear esta curva ascendete em Fernandópolis e toda região", avisou Veronezzi.

Naquela oportunidade o município registrava 197 casos confirmados e desde então as autoridades de saúde vêm alertando para um possível colapso da saúde local e regional.

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O prefeito André Pessuto (DEM), vem constantemente usando suas redes sociais para tentar alertar a população do perigo que é esta doença que vêm matando milhares de pessoas em todo o país e em nossa cidade não é diferente. Hoje registramos a quinta morte provocada pela doença, e mesmo assim uma parcela da população parece não acreditar na gravidade dos fatos e continuam realizando eventos familiares e até mesmo aglomerações gigantescas como a flagrada pela reportagem no JI no último domingo, onde centenas de pessoas se reuniram em um bairro periférico da cidade para se confraternizarem com um evento de “pipa”, mas o que pode se visto foi centenas de pessoas sem máscaras e sem o mínimo de prevenção.

O número é alarmante, mas ainda mais alarmante é a notícia que nossa UTI – Unidade de Terapia Intensiva, destinada a tratamento de doentes com a nova COVID-19, esta com 100% de ocupação, isto significa que se alguém a partir de hoje necessitar de cuidados especiais no tratamento contra a COVID-19, pode não ter um leito com respirador, ou terá que tentar uma transferência para hospitais de Rio Preto, que também já estão saturados, ou terá que contar com a ‘sorte’.

Falta à população censo de perigo e mais respeito ao próximo, não podemos generalizar, pois uma grande parte de nossa população esta se esforçando para evitar aglomerações, mas infelizmente isto não é o suficiente, pois se um pequeno grupo continua se aglomerando, realizando festinhas aos finais de semana, se aglomerando em frente a bares, nunca chegaremos a lugar nenhum em relação a minimizar os efeitos desta pandemia. Parece que alguns só passam a acreditar quando a COVID-19, bate a sua porta contaminando um ente próximo, mas ai talvez seja tarde demais, e o preço a se pagar pode ser a própria vida ou a vida de uma pessoa querida.

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