Febre das ‘figurinhas da Copa’ movimenta bancas de jornal em Fernandópolis

Esportes em 13 de maio, 2014 08h05m
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De quatro em quatro anos a epidemia se espalha e a febre dos álbuns e figurinhas da Copa atinge crianças, adolescentes, jovens, homens ‘barbados’, mulheres e idosos em todo o Brasil. Neste ano, a ‘coqueluche’ ganhou contornos ainda maiores e por um motivo único, estamos vivenciando, depois de 64 anos, a Copa do Mundo em casa. Em Fernandópolis, o fenômeno das figurinhas da Copa tem movimentado as tres bancas existentes na cidade e o tumulto tem dia e hora para acontecer. Todas as segundas, quartas e sextas, quando o estoque de figurinhas é reposto, um contingente enorme de crianças e adultos comparecem à Banca Florêncio, na Praça Joaquim Antonio Pereira, na Agência Caiçara, na Rua Brasil ou na banca da Sebastian, no mercadão municipal, na esperança de completarem suas coleções. Em ambos os locais, jogos de mesas e cadeiras são estrategicamente dispostas e um verdadeiro ‘mercadão do rolo’ toma conta dos estabelecimentos. Basta o entardecer para que dezenas de famílias inteiras, com público das mais variadas idades se fixem no objetivo de comprar, trocar e completar suas coleções. Como sempre, as figurinhas repetidas se tornam moeda corrente neste contagiante universo das coleções e, claro, existem as ‘carimbadas’, que são raríssimas. Se bem que, num universo de 32 seleções participantes do Mundial, cada qual com 23 craques, 07 suplentes e equipe técnica, haja fôlego para completar cada álbum. Em conversa com alguns pais presentes no ‘troca-troca’ da Praça da Matriz, na última quarta, dia 07, alguns chegaram a relatar à reportagem do JI que os gastos com álbuns e figurinhas já superaram os 100 reais e, ao que parece, até o término do Mundial, ‘muita água ainda deve rolar por baixo dessa ponte’, afirmam animados os ‘marmanjos’, que curtem na mesma intensidade a alegria dos jovens torcedores. Para as crianças, a brincadeira não termina ali. Depois de realizarem suas aquisições e trocas nas bancas de jornal, é na escola que as chances de completarem seus álbuns ficam mais próximas. Antes, no horário da entrada, no intervalo e também na saída, o número de alunos adeptos à mania das figurinhas da Copa só tem aumentado, o que comprova que, querendo ou não, o Brasil ainda é o país do futebol. Mauro de Sá -JI

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