Mulher acusada de furtar vestido em loja de Rio Preto, registra BO por calúnia

Constrangimento. Essa foi a sensação de uma cliente ao tentar comprar em uma loja no Centro de Rio Preto. De acordo com informações do boletim de ocorrência, a vítima também foi agredida por uma vendedora. A mulher de 47 anos foi até o local para olhar algumas peças de roupas e decidiu comprar uma delas. No caminho para o caixa, a mulher parou para ver algumas taças, já que planejava fazer um jantar na casa dela.

Geral Da Redação em 28 de setembro, 2022 15h09m

Constrangimento. Essa foi a sensação de uma cliente ao tentar comprar em uma loja no Centro de Rio Preto. De acordo com informações do boletim de ocorrência, a vítima também foi agredida por uma vendedora. A mulher de 47 anos foi até o local para olhar algumas peças de roupas e decidiu comprar uma delas.

No caminho para o caixa, a mulher parou para ver algumas taças, já que planejava fazer um jantar na casa dela. Enquanto escolhia as peças, foi abordada por uma vendedora que lhe perguntou se precisava de ajuda, no que ela respondeu que já havia sido atendida.

A mulher continuou andando em direção ao caixa, mas foi agarrada pelo cabelo pela mesma vendedora que dizia que a roupa que ela usava era da loja. Ela afirmou que havia comprado a roupa em uma outra data ali mesmo e que era só verificar no cadastro do sistema e por isso o vestido era semelhante aos que estavam na loja. Em nenhum momento a vendedora fez a verificação, além de passar a revistar a vítima e a informando que só seria liberada com a presença do gerente.

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Após a averiguação feita pelo gerente ficou comprovado que a vítima havia comprado o vestido semelhante na mesma loja em data anterior. Em seguida a vendedora que a atendeu na outra oportunidade confirmou que a mulher havia mesmo comprado a roupa dias antes. No boletim de ocorrência, ela anexou a nota ficas de compra do vestido.

A mulher alega que depois do fato está abalada emocionalmente e tem feito uso de medicamentos após a situação que passou. Ela foi orientada quanto ao prazo de seis meses para representar criminalmente contra a acusada.

 

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