Acusado de tentar matar namorada irá a júri popular em maio

Justiça Ethos Online em 29 de março, 2017 16h03m
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Acusado foi mkorador da cidade de Pedranópolis, onde possui parentesFoto: Divulgação

O juiz da 2ª Vara Criminal de Fernandópolis, Vinicius Castrquini Bufullin,designou para o dia 18 de maio, às 13h30, o julgamento de Hemerson Luis Tanganeli, 39 anos, determinando que sejam intimadas as partes e as testemunhas arroladas a serem ouvidas em Plenário. 

Ele é acusado de tentar matar a sua namorada. Trata-se de preparação do processo para julgamento em plenário de Hemerson que foi denunciado como incurso nas penas do artigo 121, §2º, incisos II e IV e VI, c.c. §2º-A, inciso I, c.c. artigo 14, inciso II, ambos do Código Penal, e artigo 12 da Lei nº 10.826/03, porque no dia 05 de junho de 2016, por volta das 06h50min, em sítio localizado na Rodovia Percy Valdir Semeghini, Córrego da Capivara, do lado da “antiga graxaria”, zona rural, neste município e comarca, agindo com intenção de matar, por motivo fútil e mediante recurso que dificultou a defesa, desferiu vários golpes com uma espécie de porrete (cano de PVC, contendo cimento em seu interior) e um machado na namorada Fabiana Mara Gandra Pereira, atingindo-a, principalmente,na cabeça, causando-lhes as lesões corporais , somente não consumando o homicídio por circunstâncias alheias à sua vontade.A denúncia foi recebida no dia 8 de julho de 2016 . O réu foi 
pessoalmente citado e apresentou defesa prévia . 

Durante a instrução foram inquiridas a vítima quatro testemunhas arroladas pela acusação encerrando-se com o interrogatório do réu . Concluída a instrução processual, na fase do artigo 406 do Código de Processo Penal, a Promotoria Pública requereu a pronúncia do réu para que o caso seja levado ao Tribunal do Júri por entender plenamente demonstradas a autoria materialidade e a intenção de matar, enquanto que a defesa pediu a desclassificação dos fatos por entender não haver prova suficiente da intenção de matar e, em relação ao crime previsto no estatuto do desarmamento, pugnou pela absolvição por não haver prova de que as munições pertenciam ao réu, tal como não eram de sua propriedade os demais objetos existentes no local, inclusive instrumentos do crime. Fabiana tem três filhos. 

As agressões iniciaram em virtude de uma possível traição da namorada, o que não existiu.

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